BOM DIA MINHA !!!

PODRIDÃO

PODRIDÃO
Apenas o que fingimos não ser.

ESPERANÇAS DO PASSADO

Ação retrógrada,

Nada me agrada,

Caio no abismo levado pela avalanche

Que a este enche.

Junto com as distrações e enganos

Não posso mais confiar em mim,

Meus sentidos humanos.

Caio fora do planeta, mas nunca serei sol

Mato a barata com veneno aerosol

Para que? Para que estou escrevendo isso?

Liberdade de transcrever sem nenhum compromisso.

Nem a ciência sabe tudo

Por que eu deveria saber?

Sou o fim desta cadeia carbônica

Sou um selvagem na era eletrônica

Uma imagem que se desvanece

Quando perco o controle e você aparece

Sua face me sorrindo, ainda estou pedindo

Ao fim do que tudo foi um dia

Sou eu percebendo meu corpo caindo

De tantos tremores que pela madrugada podia

Estar sendo o fim do que algo foi há tempos atrás

Todos os nossos sentimentos contrários

Por todas as nossas precipitações

Agora já não é mais tão envolvente

Para explicar tudo isso com poucas citações

Que se concluem para agir como um solvente

De todos estes meus pensamentos insensatos.

Humanos são piores que insetos.



terça-feira, 13 de julho de 2010

VAZIO

NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA

terça-feira, 6 de julho de 2010

MISTURAS!

Predestinados

Uma hora tudo acaba, como a luz de uma lâmpada,
Como a hora que passa, a hora e o som não existem.
Tempo, som. O Universo veio do som. A palavra é o som.
Antes dita e depois escrita, ao menos pensada;
Uma semana após outra semana, as semanas não existem, assim como os dias.
Nossas mentes são nossas almas.
Mente boa, alma boa.
O corpo nem sempre é tão bom quanto a alma, pois como disse o poeta:
Tudo vale a pena se a alma não for pequena.
O fato é que tudo isso vai ter um fim.
Como a água da cisterna e o café do pote;
Se tem uma coisa que não faz parte da minha vida exatamente é o café.
As coisas que queria escrever se foram. Perdidas no vasto Universo da minha mente,
O universo é finito.
As coisas se convertem em fatos.
São como violinos desafinados e resquícios de som.
A voz, a primeira voz, a primeira palavra.
A primeira pessoa, a primeira mulher, a primeira foda do mundo.
O primeiro orgasmo do mundo, a primeira dose de whisky, o fim das vidas, o fim da garrafa.
O último ser humano, a primeira refeição do mundo.
O primeiro a comer com garfo, a dormir na cama.
O primeiro a ser enterrado, o primeiro a ser criado.
O primeiro raio do mundo, A PRIMEIRA ESTRELA DO UNIVERSO.


domingo, 4 de julho de 2010

PRESENÇA!!!







Agora o que acontecer vai ser para melhorar.


São noites alucinantes sem fim

São dias brilhantes enfim,

Sol que esquenta e a Lua que agüenta

Estrelas em plena luz do dia,

Sol da meia-noite que no alto ardia

Assustadoramente, um Eclipse de diversos planetas

Estrelas e cometas,

A universalização de centenas de galáxias,

O que será de nós, reles humanos?

Como podemos suprir nossos egos insanos,

Nossos instintos profanos?

Somos a conseqüência de toda aquela merda de revolução industrial,

As crias de uma invasão e colonização desordenadas,

Perdemos nossos rumos e coordenadas, vagando a esmo nesse oceano

De loucuras e paixões desenfreadas...

Somos um ônibus lotado sem freio descendo um precipício,

Os últimos que restaram lutando desde o início.



EXISTÊNCIAS...




O inevitável e o infalível, o impossível e o infinito.

O dia do fim do infinito, o infinito revelado, os números de todas as estrelas infinitas no infinito do Universo, reverso, inverso e imerso, em todas essas teorias de filosofias vãs.

Sou o algoz dos egos, a dês-expectativa do ser, vou abalar todas as suas convicções, destruir todas as suas convicções. As substituições de suas idiotices por outras piores, estas merdas modernas que alienam e massificam, pelo menos metade do mundo está conectada, mas poucos se comunicam, no mundo que não para de girar, girando rápido demais, com tanta merda acontecendo. Quero que nunca mais acabe a noite, quero que o dia nunca mais termine, que o Sol não se ponha e não apareça mais. Quero que seja sempre dia. Quero que seja sempre noite, quero poder deixar como eu quiser. Trevas, claridade, luz total, escuridão. A minha vontade é a vontade dos dominantes da humanidade, capitalistas inescrupulosos que querem, destruir o planeta para dominar outros, destruirão os outros e destruirão o universo.



sexta-feira, 2 de julho de 2010

PRINCÍPIOS...





BUSCAS


Algo ameaçador

Ao atento caçador

Que passa anos atrás das presas

Muitas delas tão indefesas

E nas trilhas da imensa floresta

Sabe o que ainda lhe resta

Algo entre a fome e a dor

Quando não se tem mais nada sobre as mesas

E quando a vida não mostra mais nada que presta

Há uma esperança

Uma livre lembrança

Que traz a simples vontade de mudar

Com algumas propostas à estudar

Tudo muda se você muda

E na verdade tudo é mais fácil quando se estuda

Sem nenhuma cobrança

Sem nenhuma coisa para se grudar

E para tudo, que Deus nos acuda.



PODERES...






AGNÓSTICO

O conhecimento e o consentimento
Obstáculo e o espetáculo
Nessa fase da vida me sinto um elemento
Sem contribuir para o cálculo do lucro
O lucro nos favorece, oferece
Tento fugir de mim
Tento não estragar o jardim
Faço assim pouco afim
O século vinte resiste e existe ainda em poucos lugares
Os luares do fim do século, veranico de maio
Aquela queda não estava no meu percurso
Eu vacilo, eu caio
O começo do começo das minhas primeiras décadas
Vinte e três de maio, um novo ensaio
Ordem e Progresso no Brasil
Assim fica fácil
Robotizando a mente
Robóticamente, mal do século
Resquícios dos séculos dezoito e dezenove
Os frutos de uma máquina enorme
Homem-máquina, gritos das fábricas
Enormes uniformes
Prisão domiciliar
O quase tão idolatrado dinheiro
Necessário, me tornarei Gregor Samsa
Revolução de indústrias assassinas
Revolução industrial do Mal
Morte provocada do Planeta
Estamos matando tudo, mataremos-nos
À nós mesmos acaba sendo normal
Olham por empáfia e paura
Que loucura, a história do mundo
Eu existo há seis milhões de anos
Humanos seres profanos
Religião para se auto-castigar
Devo continuar agora a escrever o outro livro.